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Dois jovens que estudam na Universidade de Nova York criaram uma camiseta que consegue reconhecer a poluição do ar e muda de cor se o ambiente está muito poluído. Um sensor do tamanho de uma moeda é responsável por detectar o monóxido de carbono vindo de carros, fábricas e até da fumaça do cigarro.
O sensor envia os dados para um sistema programado para emitir sinais elétricos que aquecem certos fios que estão em pulmões estampados na camiseta. Esses órgãos foram produzidos como um tecido que muda de cor quando é aquecido – quando o sensor detecta toxinas no ar, aparecem pequenas veias azuis na roupa.
Sue Ngo, uma das responsáveis pelo projeto, diz que agora os alunos estão pensando em criar uma versão que detecta o nível de álcool no corpo de uma pessoa.
O problema é que todos estes aparelhos podem acabar criando interferências e, dependendo do caso, atrapalhando o funcionamento correto de alguns deles. Quem mais sofre com esse tipo de ocorrência são os modems para conexão sem fio. Por isso que, dependendo dos dispositivos utilizados, sua internet Wi-Fi pode apresentar mau funcionamento ou até mesmo cair.
Por que isso acontece?
Os vilões da conexão
Um dos dispositivos que pode causar interferência é o telefone sem fio, embora a maioria deles trabalhe na faixa dos 900 MHz, que não costuma interferir no modem. Em alguns casos, há aparelhos que utilizam a tecnologia FHSS. Nesta situação a frequência varia, mudando de canal em intervalos de tempo.
Um dos maiores vilões para o sinal das redes Wi-Fi é o forno de micro-ondas, por se tratar de um transmissor de rádio operando em 2.4 GHz e a uma potência muito alta. Para não ser prejudicial para as pessoas, ele possui uma grade de metal e proteções especialmente criadas para evitar que o sinal escape.
Ainda assim, a pequena quantidade emitida (a qual não é prejudicial à saúde quando o forno está regulado) é o bastante para interferir em uma rede wireless. Além dos dois aparelhos citados, qualquer outro que opere a 2.4 GHz pode causar interferência, mesmo que em menor grau, como os transmissores de Bluetooth, outras redes wireless na mesma área, etc.
O que fazer?
A melhor alternativa seria trocar os aparelhos por dispositivos que operem com frequência diferente do modem, no caso dos telefones sem fio ou outros dispositivos, que ficam próximos ao computador ou ponto do sinal wireless. Ou afastá-los, para que não apresentem interferência sempre que forem utilizados em conjunto.
Casos como o do micro-ondas, por estar em ambiente diferente, dificilmente acaba incomodando o sinal, mas vale a dica de mudar de lugar caso o aparelho venha a se tornar um problema para a conexão. Aparelhos com grau de interferência menor (ou quase inexistente) como o Bluetooth, podem ser afastados se virarem um incômodo real.

Reduzir Normal Aumentar Imprimir Um grupo de pesquisadores da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, espera que no futuro a noite seja iluminada pelas árvores – e não apenas pelas lâmpadas nos postes. O grupo, formado por estudantes da universidade, diz ter criado ferramentas genéticas que podem transferir facilmente a bioluminescência para um organismo. As informações são do site da revista New Scientist.
Muitas criaturas conseguem brilhar no escuro, de peixes nas profundezas do oceano, aos vagalumes. E foi deste pequeno inseto e da bactéria marinha Vibrio fischeri que os britânicos retiram e modificaram genes responsáveis pela bioluminescência. Os genes foram utilizados para a criação de enzimas que brilham no escuro.
Os genes foram modificados de maneira a poderem ser inseridos em um genoma. Com bactérias Escherichia coli eles conseguiram não apenas brilho, mas diversas cores. Segundo os pesquisadores, um grupo de bactéria com o volume de uma garrafa de vinho gera luz suficiente para se ler um livro e, no futuro, eles pretendem que árvores sejam capazes de receber esses genes. A pesquisa foi apresentada em um evento científico no Instituto de Tecnologia da Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), nos Estados Unidos.
As árvores, segundo o grupo, usariam apenas 0,02% da energia adquirida na fotossíntese para gerar luz. Isso significa então que as árvores que brilham no escuro serão uma realidade em breve. Alexandra Daisy Ginsberg, designer e artista que aconselhou o grupo, acredita que não. De acordo com ela, o problema é que a tecnologia de iluminação atual funciona muito bem e seria difícil encontrar alguém disposto a investir nesse tipo de pesquisa. Contudo, ela também diz que a ideia de ter uma “luz viva” em casa pode despertar o interesse de algumas pessoas. “Se você tem que alimentar e cuidar da luz, ela se torna mais preciosa”, diz a designer.
Chamado de BodyWave, o dispositivo da Freer Logic é o primeiro escâner cerebral que pode ser usado no braço ou na perna, ao contrário daqueles estranhos capacetes metálicos.
O BodyWave rastreia a atividade das ondas cerebrais enquanto a pessoa joga games ou participa de simulações de realidade virtual.
Quando as sinapses (regiões de comunicação entre os neurônios, ou mesmo entre neurônios e células musculares e epiteliais glandulares) são realizadas, elas liberam pulsos elétricos que se movem pelo corpo.
Do tamanho de um iPhone, o aparelho usa três contatos de carbono para captar o sinal pela pele, enquanto o software filtra interferências elétricas de músculos em movimento, principalmente o coração.
Para manter o foco, o aparelho procura padrões de atividade cerebral que sejam indicativos de atenção, incluindo ondas de nível beta de 12 hertz a 30 hertz, faixa de frequência que os neurologistas dizem ser um sinal de concentração.
O sistema vem sendo usado para ajudar a treinar crianças com DDA (Distúrbio de Déficit de Atenção) e já foi adotado como uma ferramenta de treinamento de realidade virtual em usinas nucleares.
No futuro, sensores como esse poderão ser usados em lugares do mundo real. Um clube de golfe equipado com o BodyWave, por exemplo, poderia ajudar os jogadores a se manter concentrados em suas tacadas, ou o volante de um carro poderia alertar um motorista com sono a manter a atenção na estrada.
"É a tecnologia ultrapassando barreiras"

Uma nova pesquisa realizada no Reino Unido mostra que o cérebro continua a se desenvolver após a infância e a puberdade, e não está completamente desenvolvido até, pelo menos, entre os 30 ou 40 anos. Esse resultado contradiz antigas teorias de que o cérebro amadurece até o fim da infância.
A pesquisa realizada pela neurocientista do Instituto de Neurociência Cognitiva da University College London, Sarah-Jayne Blakemore, constatou que muitas regiões do cérebro continuam a se desenvolver por muito tempo mesmo depois da infância.
O córtex pré-frontal, região na parte frontal do cérebro, logo atrás da testa, é a área do cérebro que passa pelo maior período de tempo para se desenvolver. De acordo com a pesquisadora, é uma área importante do cérebro para funções cognitivas, tais como planejamento e tomada de decisão, e também é uma área chave para o comportamento social, de empatia, compreensão e interação com outras pessoas, além de ser fundamental para traçar personalidades diferentes.
- É a parte do cérebro que nos faz humanos, porque existe uma forte ligação entre esta área do cérebro e a personalidade de uma pessoa.
Análises da região mostram que o córtex pré-frontal continua a mudar a forma mesmo quando as pessoas chegam a casa dos 30 e até aos seus 40 anos. Essa parte do cérebro começa a mudar no início da infância e, em seguida, é reorganizada no final da adolescência, mas continua a mudar depois disso.
A pesquisa pode explicar porque os adultos às vezes agem como adolescentes, em acessos de mau humor ou de raiva quando não conseguem mudar situações a sua maneira, e porque algumas pessoas permanecem socialmente desconfortáveis até que passem pela adolescência
Além disso, a geladeira coloca itens prestes a passar da data de validade na parte da frente para que sejam consumidos o quanto antes. Para determinar se um alimento está começando a passar da data, ela monitora os gases que eles expelem, por meio de tecnologia nanoarticulada.
E se você não souber o que cozinhar, ela ajuda também. Com base no que está guardado, ela pesquisa e indica receitas, tudo considerando as diferenças culturais entre um país e outro.
Uma área da geladeira analisa o prato antes e após as refeições. Com base nos dados obtidos, ela consegue informações sobre o que é mais desperdiçado e então passa a orientar o consumidor.
A geladeira — extremamente inteligente, por sinal — ainda está somente no papel, mas certamente a promessa é incrível.



















